Terminado o desembaraço, a mercadoria ainda precisa ser regularizada fiscalmente. É aí que entra a NF-e de importação — a nota fiscal de entrada, que dá respaldo contábil e fiscal à mercadoria importada perante a SEFAZ e permite a movimentação legal dos produtos.
O problema é que, com a chegada da DUIMP, muita gente esbarra no mesmo obstáculo: a DUIMP não possui extrato em XML. E é justamente o XML que alimenta a emissão da nota de forma automática. Sem ele, o caminho fica manual, sujeito a erro e a retrabalho.
O que é a NF-e de importação (nota de entrada)
A NF-e de importação é emitida pelo importador após o desembaraço aduaneiro e formaliza a entrada da mercadoria no estabelecimento. Ela consolida valores aduaneiros, tributos e dados dos itens, servindo de base para escrituração, crédito de impostos e circulação das mercadorias. Sem essa nota, a mercadoria não anda.
Por que a DUIMP dificulta a emissão da nota
Na época da DI, era comum extrair um arquivo estruturado e usá-lo para preencher a nota. Com a DUIMP, esse extrato pronto em XML não existe no mesmo formato. O resultado prático:
- O despachante precisa transcrever ou montar manualmente os dados da DUIMP para o importador;
- A troca costuma acontecer por e-mail, planilha ou “espelho” da declaração;
- Cada digitação manual é uma nova chance de divergência entre a DUIMP e a nota.
O caminho tradicional (e onde ele trava)
No fluxo comum, o despachante finaliza a DUIMP, gera um rascunho ou espelho e envia ao importador, que então repassa à contabilidade ou ao seu ERP para emitir a NF-e de entrada. São várias mãos, vários formatos e várias esperas — e é nesse vai e volta que o despacho perde horas (às vezes dias).
Quanto mais etapas manuais entre a DUIMP e a nota, maior o risco de erro e mais lento fica o giro da mercadoria.
Como a DUIMPWEB emite a NF-e da DUIMP via WhatsApp, em segundos
A proposta da DUIMPWEB é eliminar a digitação e o vai e volta. A partir da DUIMP registrada, a plataforma organiza os dados necessários para a nota fiscal de importação e permite que o importador emita a NF-e da DUIMP via WhatsApp, em segundos — sem depender de extrair um XML manualmente nem de refazer o trabalho em outro sistema.
Na prática, isso significa:
- Menos retrabalho: os dados da DUIMP alimentam a nota, sem redigitação;
- Menos erro: o que está na declaração é o que vai para a NF-e de entrada;
- Mais velocidade: a nota sai em segundos, direto pelo canal que todo mundo já usa.
Checklist rápido para não travar a nota
- Confira o Catálogo de Produtos antes de registrar a DUIMP;
- Garanta que valores aduaneiros e tributos estejam corretos na declaração;
- Tenha o certificado digital disponível para as assinaturas necessárias;
- Padronize o envio ao importador — de preferência automatizado.
A NF-e de importação é o último passo antes de a mercadoria circular. Automatizar a ponte entre a DUIMP e a nota é o que separa um despacho ágil de um despacho travado.
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